quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Lares de Esperança 30 de Maio
Em 30 de maio acontece oficialmente o programa de semeadura, que transformará cada lar adventista em um ponto evangelístico. PARTICIPE
domingo, 22 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Agora Fidelidade depois Eternidade
“Os tesouros da impiedade de nada aproveitam, mas a justiça livra da morte.” Prov. 10:2.
Vale a pena ser honesto? No dia em que escrevo esta meditação o Brasil ficou estarrecido com a notícia de um juiz de futebol que recebera dinheiro para “entregar” algumas partidas. A cena que a TV mostrou foi dramática. Olhos lacrimejantes, pesar e vergonha. Mais dramática ainda foi a declaração que ele fez: “Não compensou ter trazido tristeza e vergonha para minha família, por causa do dinheiro.”
Um comentarista disse algo que reflete a cultura de nossos dias: “A tragédia dele foi ser descoberto. Se não o fosse, claro que teria compensado. Dinheiro nunca faz mal.”
Já percebeu como o dinheiro fascina? Do ponto de vista bíblico, não existe nada de errado com o dinheiro. Entre as bênçãos da prosperidade prometida por Deus, está incluído o dinheiro. Não tenha medo de trabalhar, poupar e fazer dinheiro. “Minha é a prata, Meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” Ag. 2:8. Ele está pronto a entregar tudo isso nas mãos dos Seus filhos.
O problema é que na maioria das vezes o fazer dinheiro exige tempo e trabalho, e a natureza humana é imediatista. Não gosta de esperar, ignora que nada se constrói de um dia para outro. Então aparece a senhora insensatez com suas promessas fascinantes, vestida de muitas roupagens: desde o assalto à mão armada, até o furto, suborno, chantagem, calote ou o engano.
A declaração bíblica de hoje é: “Os tesouros da impiedade de nada aproveitam.” Não valem a pena as noites de insônia de uma consciência culpada; nem a vergonha e o escândalo que destroem a família quando a pessoa é descoberta; nem sequer o cinismo ridículo de alguém que endureceu a consciência e nega tudo.
A segunda parte do texto diz: “Mas a justiça livra da morte.” Que justiça é essa? Andar nos caminhos da prosperidade autêntica. Pode exigir mais tempo. Mas, em compensação, “livra da morte”, do desespero, da angústia, da ansiedade e do pânico que se apodera da pessoa quando está prestes a ser exposta.
Que Deus abençoe hoje o fruto de seu trabalho. Que tudo que você tocar seja abençoado. Que seus planos sejam prosperados. Enfrente a luta do dia com essa certeza no coração, e lembre-se: “Os tesouros da impiedade de nada aproveitam, mas a justiça livra da morte.”
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Semana de Mordonia
O Que é Mordomia?
Embora a palavra mordomia esteja desgastada pela vulgarização, hoje símbolo de regalias, bem estar, conforto, continua sendo usada por relacionar-se a um conceito bíblico.
A definição de Mordomia, segundo o dicionário Aurélio é: “Administrador de bens de uma casa... de uma irmandade de uma confraria, serviçal, encarregado da administração de uma casa.”
Venha aprender mais um pouco, sábado dia 14 teremos a presença do irmão Eraldo conosco.
O ELEF
O ELEF é a visão da experiência que o povo de Deus precisa experimentar nestes últimos dias da História da Humanidade. União, louvor, adoração, gratidão e testemunho precisam encher a nossa vida em todos os momentos. Em casa, indo para o trabalho, nas famílias, nas escolas, nas Igrejas, vamos viver a vida cantando em louvor a Jesus porque Ele é bom e a Sua misericórdia dura para sempre.
Lançamento: 7 de março de 2009
Promoção: 90% de desconto por 90 dias
Preço especial para projetos missionários: Semana Santa, Dia das Mães, Lares de Esperança.
De R$36,00 por R$3,60
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O NOVO PASTOR DO DISTRITO DE XERÉM
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Aniversariantes do mês de fevereiro
07/02 => Roberto Aldo
09/02 => Elizeth Gomes
16/02 => Rosangela Ferreira
24/02 => Celia Regina
26/02 => Antonio Tadeu
Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: não tenho neles prazer. eclesiastes 12:1
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A Promessa da Redenção
Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15
Ao ver a queda de uma flor e de uma folha, Adão e sua companheira testemunharam os primeiros sinais da decadência. De maneira clara, perceberam a cruel realidade de que todas as criaturas vivas deveriam morrer. Mesmo o ar, de que dependia a sua vida, continha as sementes da morte.
Continuamente se lembravam também de seu domínio perdido. Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei, e enquanto permaneceu fiel a Deus, toda a natureza reconheceu o seu governo; mas, após a transgressão, foi despojado desse domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida humana, mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar que ele respirava, tudo apresentava a triste lição do conhecimento do mal.
Entretanto o homem não ficou abandonado aos resultados do mal que havia escolhido. Na sentença pronunciada sobre Satanás, ficou notificado que haveria redenção. “Porei inimizade entre você e a mulher”, disse Deus, “e entre a sua descendência a o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15). Esta sentença proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, era uma promessa. Antes de ouvirem acerca dos espinhos e cardos, de trabalhos e tristezas que deveriam ser o seu quinhão, ou do pó a que deveriam voltar, ouviram palavras que não poderiam deixar de lhes dar esperança. Tudo que se havia perdido, rendendo-se a Satanás, poderia ser recuperado por meio de Cristo.
O mesmo nos é sugerido também pela natureza. Apesar de maculada pelo pecado, ela fala não somente da criação, mas também da redenção. Embora a terra seja testemunha da maldição, com sinais evidentes de decadência, é ainda rica e bela nos indícios de um poder que confere vida. [...]
Onde quer que o mal tenha chegado, pode-se ouvir a voz de nosso Pai ordenando a Seus filhos que vejam nos seus resultados a natureza do pecado, admoestando-os a abandonar a maldade e convidando-os a receber o bem (Ed, p. 26, 27).
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